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"Masculinidades: como cuidamos da saúde sexual.”



Todo sabemos que quando se trata de cuidar da saúde, seja física ou mental, são muitos os fatores que interferem na qualidade deste cuidado. Uma simples observação dos homens com os quais convivemos no cotidiano da família ou do trabalho nos permite afirmar que cuidar de si mesmo e dos outros é uma atitude que tem muito a ver com a personalidade de cada um, mas não só. O estilo de relação com a parceira ou com o parceiro, a dinâmica familiar, a natureza e o ritmo da atividade laboral, o padrão nutricional, o tempo dedicado às atividades esportivas, culturais e religiosas são alguns dos componentes do processo de construção e manutenção da saúde como um bem a ser protegido e preservado. Quando colocamos nossa atenção na saúde sexual os desafios se ampliam e aí nos deparamos com as sequelas do machismo, do patriarcado, do preconceito e da negligencia com a saúde do homem. Os homens conhecem pouco ou nada sabem do seu próprio corpo e muito menos como funciona seu sistema sexual-reprodutivo. Um silêncio absoluto se faz diante de perguntas fundamentais como essa: O que é espermograma? Quantos espermatozoides são necessários para engravidar a parceira? Por que acontece o câncer de pênis? A impotência é um problema físico ou psicológico? Homens podem ter câncer de mama? Quem comanda o processo da ereção? Quais são as práticas fundamentais de prevenção à infertilidade masculina? Negociar as práticas sexuais com a parceira ou parceiro é sinal de fragilidade? As práticas de sexo oral ou anal são práticas de risco?






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