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"Masculinidades e Paternagens: os muitos jeitos masculinos de cuidar do outro.”



Vivemos uma época de tensão entre as transformações aceleradas que marcam o mundo contemporâneo e as forças que resistem a um novo jeito de organizar a vida em sociedade, nas comunidades e nas famílias. A paternidade não se resume a um fato biológico e aos poucos vai se confirmando como fato social na vida das pessoas nos deparamos com a experiência da paternagem.

A vivência da paternidade pode ser um acidente. A paternagem é uma construção que só é possível quando há uma opção do sujeito por ocupar esse lugar de quem cuida. Não lhe basta ser provedor material há um desejo de se vincular pela via do cuiado. A paternagem vem sendo impactada nos últimos anos pela transformações significativas nos muitos modos de se viver a maternagem, a adolescência e a juventude, e a masculinidade.

Como foi para cada um de nós passar da paternidade para a paternagem? O que muda quando a paternagem é vivida como pai solteiro? Como tem sido viver a experiência da paternagem das meninas num mundo misógino e machista? O que muda para aqueles que estão paternando os meninos? E para quem se vê no lugar de pais de filhos e filhas homoafetivos(as), trans, bissexuais, entre outras possibilidades de identificação? E quando a paternagem é compartilhada com outro homem parceiro da ex-companheira? Haveria alguma diferença quando a paternagem é vivida pelo casal gay?

Na próxima quinta-feira os homens do Projeto Fala Comigo vão se encontrar para compartilhar suas experiências, pensamentos e sentimentos em relação a paternidade e as múltiplas formas de viver a paternagem.





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